terça-feira, 15 de novembro de 2011

FELICIDADE


Para a maioria das pessoas, FELICIDADE é o fio contínuo que deve desenrolar-se através dos anos. Desde que se ache o novelo é claro. E o novelo pode estar para uns na casa com piscina, no carro do ano, na conta bancária.
Só que esta FELICIDADE que vem de fora é falsa e precária. O que em verdade se pode ter são momentos felizes. Que acontecem no dia-a-dia, no âmbito individual, em decorrência  do astral de cada um; momento mágico em que o amor acontece pela primeira vez e é correspondido; bebê lambuzado do ventre materno gritando ao mundo seu protesto inaugural; ouvir e dizer “eu te amo” depois dos quarenta.
FELICIDADE é despojar-se do acessório e preservar o
essencial. A ponto de se poder dizer: tudo o de que preciso viaja dentro de mim. Porque FELICIDADE não é o bem guardado tesouro na ponta do arco-íris, mas benesse corriqueira e disponível como água, ar, fogo e terra. Ao alcance de quem tiver olhos para ver, ouvidos para ouvir, coragem para ousar.

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